Never Lose Faith

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A.G., Mato-Grosso, Brazil
Não sei você, mais eu gosto muito de Rock e eu sei que isso tem que me levar a Deus!

sexta-feira, 16 de março de 2012

A Castidade Nos Ensina A Amar


O namoro atravessa, no decorrer dos anos, um caminho obscurecido pelo surgimento e fortalecimento de novos costumes. Atualmente, aceita-se um relacionamento mais liberal, no qual o casal pode se aprofundar na intimidade física e experimentá-la ainda antes do casamento. No entanto, temos outra opção: a castidade. Essa é a luz que o Senhor nos deu para controlar nossa inclinação aos prazeres carnais. Tal virtude moral é capaz de proporcionar um relacionamento saudável, íntegro e, portanto, dentro daquilo que Deus deseja para nós. Logo, há diversas razões para cultivar a castidade.
A abstinência sexual permite que o casal se concentre no conhecimento mútuo, em compartilhar alegrias e tristezas, pontos de vista e experiências. Assim, são criados laços de amizade e, por consequência, o diálogo.
Não conhecer o outro profundamente pode levar ao desencantamento, ao desinteresse e até à procura de pessoas que possam trazer maior satisfação. Além disso, a busca pelo ato sexual, ou simplesmente por carícias, pode ofuscar gradativamente outras formas de comunicação entre os namorados, inviabilizando o desenvolvimento da relação.
Um aspecto afirmado por alguns jovens é o de que as relações sexuais podem prolongar um relacionamento que se tornou indesejável ao longo do tempo. A castidade facilita o rompimento de um vínculo afetivo, pois não houve demasiada intimidade física.
O fato de ser casto evita confusões, sentimentos de culpa e estresse, além do arrependimento por ter feito algo que não deveria.
Muitos são e/ou serão zombados por causa dessa escolha difícil. Poderão ser caracterizados como frouxos, frágeis; no entanto, como Felipe Aquino escreveu em seu livro ‘Namoro’, “a grandeza de um homem não se mede pelo poder que possui de dominar os outros, mas pela capacidade de dominar a si mesmo”.
Mahatma Ghandi, um célebre indiano, dizia: “A castidade não é uma cultura de estufa. Ela é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária”.
“A abstinência sexual permite que o casal se concentre no conhecimento mútuo” Thiago Thomaz
Um ponto crucial do namoro é aprender a amar. Mas como uma pessoa pode amar se não tem posse de si mesma? Por isso, o domínio de si é fundamental para alguém ser capaz de doar-se aos outros. A castidade, portanto, não é uma privação, é uma doação,  uma expressão nobre do amor. Para praticá-la, “vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41). Logicamente, é necessário evitar também situações oportunas, além de frequentar a comunhão e a confissão.
A Igreja Católica deixa clara a sua posição sobre o sexo antes do casamento: esse ato é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Portanto, somos convidados a viver a castidade. Somos livres, porque podemos fazer a melhor escolha.
Reflita e opte por aquilo que você deseja para sua vida!
Fonte: (Canção Nova)

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Estímulos levam o jovem a experimentar o álcool

Estímulos levam o jovem a experimentar o álcool

Levantamento realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, em parceria com a Unidade de Pesquisa e Álcool e Drogas (Uniad), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostram que o consumo do álcool tem aumentado entre a juventude.
Pesquisas também comprovam que o uso abusivo desta substância por um membro da família pode despertar na criança, precocemente, o interesse pela bebida.
Segundo a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), o consumo de bebida alcoólica na adolescência tem início por volta de 13 a 14 anos, acentuando-se aos 16; podendo causar dependência entre os 18 e 24 anos.
“O Brasil possui números alarmantes de que os jovens estão começando a beber muito cedo. Na faixa etária entre 14 e 17 anos, 6% da população é consumidora de álcool”, explica a psicóloga Elaine Ribeiro.
Os efeitos do álcool no organismo de uma criança têm um impacto muito maior em relação aos adultos, pois, antes dos 14 anos, o fígado ainda não está pronto para absorver esta substância tóxica
“A maioria dos jovens estão começando a beber com 10 anos.”
A vontade e a curiosidade de experimentar o álcool pode surgir em qualquer idade, podendo estar associada ao ambiente frequentado e também pela grande publicidade realizada em torno do consumo desta bebida.
Podemos dizer que, inicialmente, os jovens são atraídos pelos famosos coquetéis de aparência agradável e gosto bem propício ao paladar, mas neles se escondem os riscos do álcool.
Além da bebida ter uma aparência que estimule o consumo, as campanhas publicitárias são criativas e transmitem ao consumidor uma sensação de alegria, euforia e bem-estar. Geralmente, as propagandas que os jovens mais gostam e se identificam são aquelas que trazem uma pitada de humor, mulheres bonitas, roda de amigos e eventos esportivos.
A psicóloga ressalta que as agências publicitárias vendem uma imagem positiva do uso álcool.“Não é apenas a beleza do comercial, pois a mensagem que é repassada para os nossos neurotransmissores fazem com que tenhamos uma dependência; assim, ao pensarmos em bebida, vamos despertar uma memória afetiva de alegria e de momentos de descontração”, enfatizou Elaine.
Por isso, quando um indivíduo pensa em bebida, o cérebro recorda situações agradáveis, e isto faz com que ele associe festa a álcool. Todo este estímulo visual leva as pessoas a beberem e consumirem cada vez mais.
O álcool é visto e aceito pela sociedade como algo natural e normal, mas que traz malefícios para aqueles que bebem com frequência. São muitos os fatores que ajudam os jovens a desenvolver este vício, desde o ambiente familiar até a influência gerada pelas mídias em torno do consumo do álcool.
Fonte: Canção Nova

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


 


Qual a melhor penitência?

Na Quaresma, levados pela boa vontade, imaginação e sincero desejo de conversão, acabamos criando caminhos desenhados por nós mesmos, os quais, muitas vezes, nos levam a lugar nenhum.

Atenção: pois é preciso munir-se de sabedoria para não fazer deste tempo uma repetição de outros. Caminhando assim aprendi que a melhor penitência é a que Jesus me indica viver! Compreender Suas palavras leva tempo, exige mais oração e purifica o silêncio.

Quando for escolher penitências, pergunte a quem mais entende de sacrifícios!

Agora vamos rezar juntos! Clique noblog.cancaonova.com/ricardosa.

Com carinho e orações,


Seu irmão,
Ricardo Sá


domingo, 5 de fevereiro de 2012



Nosso caminho é a santidade
"Vós, portanto, sereis perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celeste" (Mt 5,48).

Nosso caminho é a santidade. Fomos criados à imagem de Deus. Precisamos ter a “cara” do Pai. Essa é a obra do Espírito Santo em nós. Se você guardar um frasco de perfume vazio e, depois de algum tempo, abri-lo, sentirá ainda a fragrância, pois o frasco ficou impregnado com o aroma.

É por isso que o Senhor nos encheu com o Espírito Santo, para nos impregnar da santidade de Deus. Não é a nossa santidade, nem a nossa perfeição, mas a do Senhor. Ele tem o direito de nos impregnar da Sua santidade e perfeição. É preciso dar a Deus o direito de ser Deus em nós.

Deus Pai tem o direito de nos transformar à Sua imagem. Ele nos deu o Espírito Santo para colocar em nós a Sua santidade. Por isso é preciso sermos “renovados pela transformação espiritual de nossa inteligência” e renunciarmos ao conceito errado de que não merecemos ser santos; que não somos dignos, que isso não é para nós, que não somos capazes. Precisamos cumprir Sua ordem: “Sede santos, pois eu sou santo.”

"Ou Santos ou nada!"

Isso parece algo impossível, mas, ao contrário, no momento em que você permite, a graça acontece. No mundo espiritual é fácil ser santo. Tão fácil quanto conceber um filho. É deixar Deus, pelo Seu Espírito, injetar em nós Sua santidade. Ou renovamos, sem cessar, os sentimentos da nossa alma e assumimos: “Quero ser santo”, como quem rema contra a correnteza deste mundo corrompido, lutando cada dia para alcançar a santidade, ou somos levados pela enxurrada desse rio sujo e poluído. Para isso precisamos viver o “ou santos ou nada”.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)

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Deus nos usa como luz
Profeta não é aquele que adivinha o futuro, mas aquele por meio de quem Deus fala. Somos os meios que Deus usa para falar. Exatamente por causa disso, aqueles que não aceitaram Jesus e o Evangelho acabam nos agredindo. Na verdade, eles investem contra Aquele que fala e faz em nós. Mas somos nós que acabamos sendo atingidos.

Deus nos usa como luz. Por isso incomodamos os que não são d'Ele. E por os incomodarmos, eles vêm contra nós. Somos motivo de questionamento para as pessoas que não se importam com Deus.

Uma pessoa muito próxima a mim contava que aqueles que viviam em sua casa lhe diziam: “Você é como nossa ‘consciência’, vive nos acusando. Sua presença, seu jeito, suas palavras nos acusam”. Essa pessoa não fazia nada disso, mas os outros se sentiam acusados e agredidos só porque ela lutava para ser de Deus e testemunhar isso com a vida.

Portanto, não se iluda! Se somos de Deus, se vivamos de modo cristão, acabamos por incomodar. E é esse incômodo que pode salvar. Na verdade, não somos nós que incomodamos, é o Evangelho que vivemos, a luz de Deus que está em nós.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Combatentes na provação" de monsenhor Jonas Abib)

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sábado, 4 de fevereiro de 2012



                     Testemunhar as maravilhas de Deus 

Léo - Jovens Sarados
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com


É uma alegria enorme estar com vocês no Acampamento Jovens Sarados para partilhar a Palavra de Deus. Quando eu rezava, o Senhor colocou em meu coração a passagem bíblica que está no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 3 e seguintes. Diz a Palavra que Pedro e João encontraram um coxo que estava pedindo esmola na porta do Templo. Pedro olhou para ele e disse: "Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou. Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!".

Aquele homem teve a vida modificada, foi curado a partir do encontro com Pedro e João. O milagre gerou grande "confusão" entre os judeus; eles acabaram presos e foram “convidados” a se calar e não anunciar mais o Reino de Deus. Porém, Pedro e João não se calaram, obedeceram ao Senhor ao invés de obedecer aos homens. O mundo de hoje exige de nós jovens cristãos a ousadia de anunciar o Reino, mesmo diante de tanta porcaria que vemos por aí, principalmente nos meios de comunicação.

Irmãos, não faz muito tempo que os católicos têm acesso à Palavra de Deus. Muitos santos tiveram apenas contato com trechos da Palavra, mas nós temos toda a Palavra, por isso não podemos viver de modo diferente.

A humanidade espera a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8,19). Precisamos não apenas ignorar as coisas do mundo, mas testemunhar as maravilhas do Senhor em nossa vida, vivê-la no cotidiano. Precisamos dar provas do Jesus vivo para todas as pessoas, como Pedro e João testemunharam.
Testemunho que, na minha vida, muitas vezes vivi longe de Deus. Aprontei muito e não queria saber de nada da Igreja, apenas queria jogar bola e zoar. Minha mãe insistia para que eu fosse para a catequese, mas eu não queria nada. Assim, comecei, logo cedo, a bagunçar com a galera. No início era só uma cervejinha... Duas latinhas [de cerveja] e eu já estava alegre. Mas logo já não me bastavam apenas "algumas", porque eu precisava de um engradado. Desta forma, afundei-me nas baladas. Quando menos percebi, já estava em raves, a ponto de trabalhar como barman nestas festas. Não demorou muito, eu experimentei o ecstasy.


Em uma destas festas eu me droguei; fiquei louco a ponto de subir no palco da balada, perto do DJ. Fiquei lá, zoando com a galera. O segurança teve de me retirar daquele local. No meio da loucura, clamei pelo Sangue de Jesus. Neste momento, tive a graça de ter uma experiência com Cristo Crucificado; toda angústia que existia em mim foi embora e o Senhor me resgatou no meio da balada, Ele veio ao meu encontro.

"Você é um filho de Deus, por isso Ele quer restaurar a sua dignidade de filho."
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com

Fui tomado por um sentimento de paz. Naquele momento, ajoelhei e clamei aos céus por misericórdia; pedi ao Senhor para abençoar todos os meus familiares. Enfim, nos meus lábios só havia louvores a Deus. Nunca mais deixei Jesus. Da mesma forma que o Senhor foi ao encontro daquele homem na porta do Templo, Ele foi ao meu encontro em uma rave.

Meus irmãos, precisamos, como Pedro e João, anunciar a muitos que estão paralisados que Cristo está vivo.

Jesus está conosco todos os dias. 
Tome posse dessa verdade no dia de hoje; não tenha medo de ser de Deus, inteiro de d'Ele com todo o seu ser. Testemunhar como Pedro e João que Cristo é o Senhor de nossa vida.

Deus nos abençoe!

Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti 

Fonte (Acessem): Canção Nova,

                         Jovens santos como os mártires 




Meus filhos, meu coração está muito feliz, porque estou com vocês, Jovens Sarados. No início desta pregação, convido vocês a cantar esta canção junto com o Frei Gilson:

"Tua graça me basta, seu amor me sustenta... Eu seguirei, eu irei aonde fores Senhor. Eu seguirei, eu irei aonde fores Senhor. Tua graça me basta, seu amor me sustenta."

Quero começar esta pregação de forma diferente, por isso vou chamar alguns casais, que são filhos do meu coração: Diego e Lívia, Bruno e Bruna. Estes casais são namorados; o primeiro namora há mais de dois anos, e o segundo casal namora há quase dois anos. Eles vivem a castidade, e testemunham, com fé, a santidade no namoro. Cada um deles tem sua história de luta, de busca à vontade de Deus; eles testemunham que o amor é uma decisão por fazer o outro feliz, testemunham a busca da santidade.
   

Casais de namorados testemunham a castidade
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com




Hoje, vou apresentar o testemunho de santidade dado por sete jovens e sua mãe. Abra a sua Bíblia no livro de 2Mc 6 e seguintes. Esta Palavra nos apresenta o relato de um rei que mandou seu emissário afim de que este impedisse o povo de Deus de adorar o Senhor; mandou profanar o templo, o altar e impediu toda a manifestação de fé do povo judeu. Aconteceu que sete jovens foram presos e torturados junto com a sua mãe. O rei queria que eles comecem carne de porco – alimento proibido pela lei judaica, contrariando a lei de Deus.

Um após o outro foi sendo torturado, martirizado brutalmente, mas não transgrediram as leis de Deus. O rei, então, mandou levá-los ao fogo, ordenou que cortassem todos os seus membros; tudo isso diante de sua mãe e irmãos.

Após torturarem o primeiro, levaram o segundo e arrancaram seu couro cabeludo. Então, perguntaram-lhe se queria comer a carne "impura"; ele, porém, respondeu prontamente que 'não' e morreu fiel ao Senhor. Depois desse, torturam o terceiro e arrancaram seus membros, mas ele afirmou que o Senhor os tinha dado e, por isso, novamente entregava tudo a Deus. Da mesma forma torturaram o quarto, o quinto e o sexto irmão. Enfim, todos manifestaram seu amor e fidelidade por Deus, morrendo corajosamente por amor ao Senhor.

A mãe, com fé, afirmava que o Criador do mundo iria restituir a vida dos seus filhos, pois ela acreditava na vida eterna, no amor de Deus e na força da fidelidade às Suas leis.

Por amor ao Senhor é possível segui-Lo diante de todos os desafios. Conheço muitas pessoas que tiveram uma experiência com Deus, mas logo desistiram d'Ele, porque não aceitaram viver de acordo com as Suas leis. Estes jovens caíram, pois se deixaram seduzir pela voz do mundo.

Os jovens narrados em Macabeus foram fiéis até o fim, pois se deixaram guiar pela força do Senhor. Assim, as seduções do rei foram incapazes de fazer com que os seis rompessem sua aliança com Deus. Eles foram fiéis aos princípios de vida, aos valores do Reino do Céu.

Você, jovem sarado, leva no peito um sinal de pobreza: um TAU. Este sinal deve ser a manifestação de uma decisão interior em ser fiel a Deus e a seus mandamentos. 
Padre Edimilson Lopes
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com

Chegamos agora ao último dos irmãos, o caçula. O rei ordenou que a mãe convencesse seu filho a abandonar as leis de Deus, mas ela o incentivou a ser ainda mais fiel ao Senhor, a não desanimar neste momento de dor; mas a renovar seu amor, dando a vida pelo Pai.

Este filho falou ao rei que o Senhor todo poderoso estava com ele, por isso não temia morrer. O rei enfurecido tratou este jovem com mais crueldade ainda.

Meus filhos, o Senhor tem chamado a todos nós a sacrifícios; talvez não morramos como aqueles jovens, torturados; mas somos convidados a ser fiéis ao Senhor neste mundo, no qual muitos querem nos fazer desistir. É preciso ter coragem. No entanto, tudo isso só vale a pena se for por amor a Deus.

Como estes sete jovens, devemos morrer por amor, e isto acontece na fidelidade diária ao Senhor. Neste caminho de amor, certamente alcançaremos a vontade de Deus para nossa vida.

Então, Jovens Sarados, sejam santos, pois esta é a vontade de Deus para nós!

Coragem, o Senhor está levantando um exército de santos! Jovens Sarados, sejam santos, não temam a fidelidade ao Senhor!

Deus os abençoe!      

Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti

Fonte (Acessem): Canção Nova,

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Como suportar a prova?
Como suportar a prova? Pela sinceridade total diante do Senhor. A palavra sincero vem de “sem cera”. Os antigos gregos e romanos faziam um teatro bem semelhante ao teatro moderno: uma mesma pessoa acabava fazendo vários personagens. Trocavam de personagens apenas trocando as “máscaras”, que eram feitas de cera.

“Sem cera” quer dizer “sem máscara”, sem representação. Não podemos representar diante de Deus, precisamos ser sinceros! Temos de ser verdadeiros diante do Senhor, até mesmo em nossas fraquezas. São Paulo nos diz isso de maneira linda:

“Portanto eu me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nos constrangimentos, nas perseguições e nas angústias por Cristo! Pois quando sou fraco, então é que sou forte” (II Cor 12,10).

Deus é forte em você, por isso Ele o faz forte. Não tenha medo de ser sincero diante do Senhor, de confessar-lhe os pecados mais secretos. Não tenha medo do pecado, e sim de não ser sincero diante do Altíssimo.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Combatentes na provação" de monsenhor Jonas Abib)

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Fonte (Acessem): Canção Nova,

Adaptações feitas por: Never Lose Faith 




Sinto-me em grande fraqueza! Como prosseguir?

Nada de medo! Valha-se de suas fraquezas para "ajoelhar-se"! Literalmente você pode rezar mais e, melhor ainda, valendo-se do que é fraco em você, tranforme esta experiência em crescimento na vida de oração.

Na verdade, nossa fraqueza será sempre nosso "segredo" para que nos aproximemos com maior rapidez do coração de Nosso Senhor.

Por isso, quem se sente fraco, de fato, é mais forte. Tudo depende do que você decide fazer agora!

Agora vamos rezar juntos? Clique no blog.cancaonova.com/ricardosa.

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Com carinho e orações,

Seu irmão,
Ricardo Sá

Fonte (Acessem): Canção Nova,
Site: http://cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/mensagem.php

Escolher sempre a verdade

Recebemos um número tão grande de informações e de maneira tão rápida que , se não estivermos atentos, ficamos impregnados com uma mentalidade totalmente distorcida, a ponto de trocarmos, sem perceber, a verdade de Deus pela mentira do mundo.
Assista:
Luzia Santiago
Fonte (Acessem): Canção Nova,
Site (página da Luzia Santiago): http://luziasantiago.com/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012


 
Jesus nos ensina um amor incondicional
No corpo de uma fundação, de uma família, para que ela tenha vida e vida em abundância, é imprescindível que todos se conheçam, se acolham e se assumam no que são, cooperem entre si para que cada um seja o que é e desenvolva seus talentos para o bem de todos. É a isso que podemos chamar ‘amor do corpo’.

Ele não se imprime tanto na sensibilidade, mas na vontade, e se traduz por uma responsabilidade crescente de se conhecer, acolher, assumir e cooperar na realização do que cada um é na família e para a família. Essa atitude gera em nós abertura gratuita, deixando de lado os julgamentos, aumentando a alegria pelo ser e pela vida do outro. E isso tudo gera amor. Amor genuíno, verdadeiro, que vai muito além da sensibilidade, embora possa também atingi-la; e é bom que a atinja e vá além; e ultrapasse-a.

Esse é o amor que Cristo nos ensinou, um amor incondicional que não leva em conta o que a pessoa faz, mas o que ela é. Ela é membro do mesmo corpo. Ela é família.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro Novena "Como é linda a nossa família" de monsenhor Jonas Abib)

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Fonte (Acessem): Canção Nova,

Modificações feitas por: Never Lose Faith

Jesus suscita em nós o desejo de fazer algo grandioso

Nunca pense que para Jesus você é uma pessoa desconhecida; que você é mais um no meio da multidão. Ele o(a) conhece pessoalmente e o(a) ama profundamente, mesmo quando você não é capaz de se dar conta disso. O Senhor nos ama mesmo quando não somos fiéis aos ensinamentos d’Ele e O desiludimos, quando não correspondemos às expectativas d’Ele a nosso respeito. Ele jamais nos fecha os braços da Sua misericórdia.
Você já se encontrou com Jesus pessoalmente?
“Na realidade, é a Jesus a quem procurais quando sonhais a felicidade; é Ele quem vos espera quando não vos satisfaz nada do que encontrais; é Ele a beleza que tanto vos atrai; é Ele quem vos provoca com essa sede de radicalidade que não vos permite ceder ao conformismo; é Ele quem vos incentiva a deixar as máscaras que muitas vezes falseiam a vossa vida; é Ele que vos lê no coração as decisões mais autênticas que outros tentam sufocar. É Jesus que suscita em vós o desejo de fazer da vossa vida algo grande, a vontade de seguir um ideal, a força de rejeição de vos deixardes levar pela mediocridade, a valentia de vos comprometerdes com humildade e perseverança a melhorar o vosso próprio ser e a sociedade, tornando-a mais humana e fraterna”. (JOÃO PAULO II, Jornada mundial da Juventude, Roma, Agosto, 2000).
Na verdade, nas nossas buscas, muitas vezes, nem sabemos o que estamos buscando; mas no fundo é a Jesus a quem estamos buscando.
Deixemo-nos alcançar pelo Senhor e entreguemos toda a nossa vida nas mãos d’Ele para que Ele a conduza, a restaure e a liberte.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
Fonte (Acessem): Canção Nova,
Site (página da Luzia Santiago): http://luziasantiago.com/
Si você assim como, sente um desejo de mudar, é mudar o jeito de ser sabe, senti um entusiasmo em buscar algo é consuma seus dias e que isso seja por uma boa causa, uma vontade de revoluciona sua vida!!! Leia com atenção esse post, e tente identificar na sua vida as coisas citadas a cima, e deixe Deus te guia, e uma revolução muito forte, a Revolução Jesus!!! E si você deixa Deus fazer essa Revolução em você, sua vida irá mudar totalmente!!! Eu quero viver a Revolução Jesus e você?
Fiquem com Deus!
Palavras transmitidas por Never Lose Faith 

 


De onde vem tanta solidão?

Não tenha medo de se perguntar assim! No fundo de nossos poços existem as respostas mais essenciais de nossas vidas! O vazio, causado pela solidão, tem sua causa e, quem quer crescer, precisa ter a coragem de se perguntar sobre o que faltou.

Tem gente que reprime a solidão fumando, bebendo, enchendo a vida de futilidades ou mentiras. Outras pessoas buscam tratar-se, pedem ajuda, buscam a Deus e vão aprendendo a dialogar com os lugares vazios de sua história, iluminadas pela verdade, pela oração e por verdadeiros relacionamentos.

Você já escolheu seu caminho?

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Com carinho e orações,


Seu irmão,
Ricardo Sá

Fonte (Acessem): Canção Nova,

Modificações feitas por: Never Lose Faith 
Uma amiga chamada Constância (I)
Nosso  mundo é marcado por um constante movimento de “mudar de ideia”, optar por novos horizontes. Por vezes, nos vemos diante de circunstâncias que nos fazem pensar se vale a pena levar adiante um trabalho difícil, uma situação desconforme com nossa vontade, ou ao menos desconforme com nossas expectativas. Por vezes não somos nós a buscar tais situações, mas elas nos alcançam e se prendem a nós em nosso dia a dia. Sempre diante delas devemos dar uma resposta: ir adiante ou mudar de rota.
Mudar de ideia, abandonar projetos falidos, trocar de rota por perceber que se está num caminho de demasiado risco ou mesmo equivocado, é uma atitude sempre positiva; e quando isso é fruto de discernimento, passa a ser necessário. Permanecer no caminho errado é prolongar a tristeza ou a possibilidade de frustração. E na verdade não fomos feitos para este tipo de vida. No entanto, a mudança de idéia pode ser devida a outros fatores que envolvem uma fraca capacidade de sonhar e  projetar-se diante de um ideal, ou mesmo a ausência do proprio ideal.
Uma vida sem ideal é como uma viagem sem rota, por mais que se ande, que seja uma viagem maravilhosa, nunca se chega ao ponto de destino e isso simplesmente porque ele é inexistente. Um bom ideal, um forte motivo para viver e até mesmo para dedicar cada esforço é sempre louvável, mas o ideal não se realiza sem a constância. Por outro lado a constância só pode ocorrer onde existe o ideal. É a constância que conduz um ideal à sua realização, inclusive à plenitude de vida. Não existe constância onde não existe ideal. Todo homem deve ter um ideal de vida, deve escolhê-lo e buscar realizá-lo de acordo com o bem, não só como fim, mas também como meio..
Como virtude humana, a constância é acessível a todos. Não é simplesmente um dom do alto, mas algo que emerge de dentro da pessoa; e como todo talento, pode e deve ser cultivada e desenvolvida.
Para entender claramente a constância, pensemos numa viagem para um local muito belo e desejado há muito tempo; e no dia da viagem está chovendo na estrada, e os vidros do carro embaçam. O que fazer: Desistir? Mudar de rumo? Aguardar? Continuar? Tudo exige discernimento, é claro. Se ainda é possível ir adiante sem grandes riscos e possui habilidade suficiente para isso, o motorista deve decidir-se pela continuidade da viagem, ainda que em baixa velocidade, devido às situações adversas. Deve ir com muita cautela, deve respeitar o desafio; até mesmo parar e esperar a chuva passar – se for o caso –, mas desistir do ideal apenas por causa de uma chuva, que pode ser passageira, seria perder muito e as vezes sem chance de retomar mais tarde.
Todo homem busca a plenitude de seu ser. Isso é uma grande obra! E como toda grande obra, não é fruto de apenas entusiasmo. Todo caminho comporta obstáculos, e para vencê-los, não basta ter força e inteligência, ou mesmo audácia e destreza. Tudo isso sim, mas, acima de tudo, constância. Tem um provérbio que diz que “a inteligência natural pode ser dada a qualquer um, mas só é  inteligente de verdade quem faz uso dela”. No dia a dia vemos que os frutos mais doces de nossa vida não são aqueles conquistados apenas por nossos talentos, mas pela constância que não nos deixou desistir de tais talentos diante dos obstáculos. Se diz ainda que “sorte é quando a preparação encontra a oportunidade” . Para muitas coisas em nossa vida teremos apenas uma oportunidade. Por isso, é bom ser constante, para se preparar bem e não perdê-la.
Não se constrói nada sem constância. Nossos ideais embebidos na constância adquirem uma força extraordinaria.  Para ser feliz é preciso que nos esforcemos sempre, sem desanimar diante das situações desfavoráveis, mesmo sem motivação sensível, ainda se as pontes desabarem diante de nós, mesmo na cotidianidade dos acontecimentos, ou quando os obstáculos nos pareçam insuperáveis; sabendo sempre que nosso ideal maior é Cristo, em Quem tudo que é bom encontra o seu modelo, inclusive a constância. Afinal A alma só se alimenta daquilo que lhe traz alegria, nos lembra Santo Agostinho.
Deus os abençoe
Padre Xavier-CN
Estou preparando a continuação deste texto…


Fonte (Acessem): Canção Nova,
Site (blog da Canção Nova): http://blog.cancaonova.com/padrexavier/2012/01/17/uma-amiga-chamada-constancia-i/


Desafios para a perseverança (II)

A partir deste segundo artigo trataremos de alguns desafios para manter-se perseverante. É sempre difícil encaixar-se em palavras/conceitos aquilo que na vida se apresenta de forma dinâmica. Eu creio que a vida seja o lugar concreto onde os conceitos e palavras se submetem à avaliação se são verdadeiros ou não, e não o local onde simplesmente são aplicados. No entanto, se faz necessário o esforço de conceituar  para entender e entender para se viver melhor. Para tanto inspiro-me em uma palestra de Dom Rafael Cifuentes, Bispo emérito de Nova Friburgo-RJ. Organizei um elenco de sete desafios para a perseverança. Neste artigo trataremos apenas de um destes desafios, nos próximos artigos trataremos os demais. Daqui para frente trocarei também o nome constância por perseverança.

Ninguém começa um projeto com intenção de interrompê-lo, todos possuímos o desejo de perseverar, de avançar sempre mais, superar limites, crescer pessoalmente, espiritualmente, profissionalmente e etc. No entanto quando olhamos ao nosso lado, as vezes a história de nossa própria vida, vemos uma grandíssima quantidade de projetos inacabados, pessoas cheias de talentos e criatividade, que eram proeminentes e infelizmente depois de um tempo simplesmente desistiram do ideal que tinham. Vemos assim que não basta organizar projetos precisa-se também apaixonar-se e entusiasmar-se com eles e depois os realizar.
O primeiro desafio para ser perseverante pode estar enraizado em motivos temperamentais. Algumas pessoas por temperamento possuem uma tendência à constante oscilação em suas ideias e projetos. Isso tudo porque possuem em si um excesso de entusiasmo, ou entusiasmos múltiplos que apontam direções diferentes e assim, acabam por consumir toda a força da pessoa de forma desordenada.
O entusiasmo é como o combustível em um carro, precisa ser administrado aos poucos. Se a faisca, que incendeia o combustível no interior do motor, o atingisse diretamente no tanque, o carro inteiro explodiria ao invés de se locomover. O combustível precisa ser injetado aos poucos, a faisca precisa encontrar a quantidade certa de combustível dentro do motor, de tal forma que a explosão apenas no motor torne-se a força propulsora que faz o carro andar. Também quem usa seu carro com acelerações desordenadas termina por ser obrigado a freadas bruscas diante dos sinais de transito ou qualquer outro obstáculo ou curva na estrada, a consequência final não será uma boa e agradável viagem, mas o gasto desnecessário do combustível e o desgaste do carro sem ter conseguido nenhum benefício com isso.
Não se pode excluir o entusiasmo jamais de um projeto, sem ele tudo fracassa. Ele é  vital porque é ele que alimenta o desejo e excita a criatividade, mas como qualquer outra coisa, em excesso é sempre perigoso. Depressões podem ter sua origem nisso, alertam alguns psicólogos: excesso de entusiasmo convertido em forte decepção. É necessário que os ideais que provocam em nós emoções realmente profundas, se aprofundem também em nossa alma, ganhando força e criando convicções que mais tarde se transformem em decisões concretas. Decisões que se elaboram num projeto que envolve etapas e meios. Assim o entusiasmo permanecerá em nós de forma contínua, alimentando este verdadeiro projeto, e este com real possibilidade de realizar-se.
Sempre encontra-se paz dentro de um coração organizado. Organizado para e pelo ideal. A fidelidade requer ideal e entusiasmo, mas sem organização nunca será atingida. A fidelidade vai além das disposições momentâneas e estados de ânimo que podem nos arrastar a cada momento de um lado para o outro. Só existe fidelidade onde existe ideal e este é feito de pequenos passos a serem seguidos durante uma parte, ou até mesmo toda a vida.  A felicidade é atingida percorrendo gradativamente cada etapa. Uma quantidade exagerada de planos entusiastas colocam nossa vida diante do risco de ser totalmente fragmentada. Ser fiel a cada etapa é ser fiel ao ideal.
Deus os abençoe e no próximo artigo trataremos de mais um desafio para manter-se perseverante e um caminho/remédio para superá-lo.
Padre Xavier-CN

Fonte (Acessem): Canção Nova,
Site (blog da Canção Nova): http://blog.cancaonova.com/padrexavier/

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


Consagração ao Sagrado Coração de Jesus! Podemos rezá-la todos os dias deste mês!

 Me entrego e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, minha pessoa e vida, ações, dores e sofrimentos para que utilize meu corpo somente para honrar, amar e glorificar ao Sagrado Coração.
Este é meu propósito definitivo, único, ser todo d’Ele, e fazer tudo por amor a Ele, e ao mesmo tempo renunciar com todo meu coração qualquer coisa que não lhe compraz, além de tomar-te, Ó Sagrado Coração, para que sejas ele o único objeto de meu amor, o guardião de minha vida, meu seguro de salvação, o remédio para minhas fraquezas e inconstância, a solução aos erros de minha vida e meu refúgio seguro à hora da morte.
Seja, Ó Coração de Bondade, meu intercessor ante Deus Pai, e livra-me de sua sabia ira. Ó Coração de amor, ponho toda minha confiança em ti, temo minhas fraquezas e falhas, mas tenho esperança em tua Divindade e Bondade.
Tira de mim tudo o que está mal e tudo o que provoque que não faça tua santa vontade, permite a teu amor puro a que se imprima no mais profundo de meu coração, para que eu não me esqueça nem me separe de ti.
Que eu obtenha de tua amada bondade a graça de Ter meu nome escrito em Teu coração, para depositar em ti toda minha felicidade e glória, viver e morrer em tua bondade. Amém
Santa Margarida Maria Alacoque
Eliana, Eduardo Netto e eu, agradecemos muito sua oração por nós! Obrigado! Você pode imaginar como tem sido importante a sua presença!
Fonte (Acessem): Canção Nova,