Damião Fernandes | Plataforma CD3
Confira a música Juventude Que Adora no site da Codimuc! Ótima a música!
Site: http://www.codimuc.com.br/cd3/?composicoes=damiao-fernandes-2
Never Lose Faith
Nerver Lose Faith Na vida, todos nós temos a nossa luta, o importante é nunca desistir,as vezes entrar na luta, significa fazer aquilo que não queremos fazer. Sempre tem um jeito de mudar a situação, só precisa achar um jeito, só depende de você, nunca desista, não deixe nada pra depois, não deixe o medo te dominar, pois com Deus somos mais fortes! NEVER LOSE FAITH
Never Lose Faith
- Never Lose Faith
- A.G., Mato-Grosso, Brazil
- Não sei você, mais eu gosto muito de Rock e eu sei que isso tem que me levar a Deus!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
A Castidade Nos Ensina A Amar
O namoro atravessa, no decorrer dos anos, um caminho obscurecido pelo surgimento e fortalecimento de novos costumes. Atualmente, aceita-se um relacionamento mais liberal, no qual o casal pode se aprofundar na intimidade física e experimentá-la ainda antes do casamento. No entanto, temos outra opção: a castidade. Essa é a luz que o Senhor nos deu para controlar nossa inclinação aos prazeres carnais. Tal virtude moral é capaz de proporcionar um relacionamento saudável, íntegro e, portanto, dentro daquilo que Deus deseja para nós. Logo, há diversas razões para cultivar a castidade.
A abstinência sexual permite que o casal se concentre no conhecimento mútuo, em compartilhar alegrias e tristezas, pontos de vista e experiências. Assim, são criados laços de amizade e, por consequência, o diálogo.
Não conhecer o outro profundamente pode levar ao desencantamento, ao desinteresse e até à procura de pessoas que possam trazer maior satisfação. Além disso, a busca pelo ato sexual, ou simplesmente por carícias, pode ofuscar gradativamente outras formas de comunicação entre os namorados, inviabilizando o desenvolvimento da relação.
Um aspecto afirmado por alguns jovens é o de que as relações sexuais podem prolongar um relacionamento que se tornou indesejável ao longo do tempo. A castidade facilita o rompimento de um vínculo afetivo, pois não houve demasiada intimidade física.
O fato de ser casto evita confusões, sentimentos de culpa e estresse, além do arrependimento por ter feito algo que não deveria.
Muitos são e/ou serão zombados por causa dessa escolha difícil. Poderão ser caracterizados como frouxos, frágeis; no entanto, como Felipe Aquino escreveu em seu livro ‘Namoro’, “a grandeza de um homem não se mede pelo poder que possui de dominar os outros, mas pela capacidade de dominar a si mesmo”.
Mahatma Ghandi, um célebre indiano, dizia: “A castidade não é uma cultura de estufa. Ela é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não pode alcançar a firmeza necessária”.
“A abstinência sexual permite que o casal se concentre no conhecimento mútuo” Thiago Thomaz
Um ponto crucial do namoro é aprender a amar. Mas como uma pessoa pode amar se não tem posse de si mesma? Por isso, o domínio de si é fundamental para alguém ser capaz de doar-se aos outros. A castidade, portanto, não é uma privação, é uma doação, uma expressão nobre do amor. Para praticá-la, “vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26,41). Logicamente, é necessário evitar também situações oportunas, além de frequentar a comunhão e a confissão.
A Igreja Católica deixa clara a sua posição sobre o sexo antes do casamento: esse ato é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Portanto, somos convidados a viver a castidade. Somos livres, porque podemos fazer a melhor escolha.
Reflita e opte por aquilo que você deseja para sua vida!
Fonte: (Canção Nova)
Site (Página do Destrave): http://destrave.cancaonova.com/castidade-nos-ensina-amar/
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Estímulos levam o jovem a experimentar o álcool
Estímulos levam o jovem a experimentar o álcool
Levantamento realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, em parceria com a Unidade de Pesquisa e Álcool e Drogas (Uniad), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostram que o consumo do álcool tem aumentado entre a juventude.
Pesquisas também comprovam que o uso abusivo desta substância por um membro da família pode despertar na criança, precocemente, o interesse pela bebida.
Segundo a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), o consumo de bebida alcoólica na adolescência tem início por volta de 13 a 14 anos, acentuando-se aos 16; podendo causar dependência entre os 18 e 24 anos.
“O Brasil possui números alarmantes de que os jovens estão começando a beber muito cedo. Na faixa etária entre 14 e 17 anos, 6% da população é consumidora de álcool”, explica a psicóloga Elaine Ribeiro.
Os efeitos do álcool no organismo de uma criança têm um impacto muito maior em relação aos adultos, pois, antes dos 14 anos, o fígado ainda não está pronto para absorver esta substância tóxica

“A maioria dos jovens estão começando a beber com 10 anos.”
A vontade e a curiosidade de experimentar o álcool pode surgir em qualquer idade, podendo estar associada ao ambiente frequentado e também pela grande publicidade realizada em torno do consumo desta bebida.
Podemos dizer que, inicialmente, os jovens são atraídos pelos famosos coquetéis de aparência agradável e gosto bem propício ao paladar, mas neles se escondem os riscos do álcool.
Além da bebida ter uma aparência que estimule o consumo, as campanhas publicitárias são criativas e transmitem ao consumidor uma sensação de alegria, euforia e bem-estar. Geralmente, as propagandas que os jovens mais gostam e se identificam são aquelas que trazem uma pitada de humor, mulheres bonitas, roda de amigos e eventos esportivos.
A psicóloga ressalta que as agências publicitárias vendem uma imagem positiva do uso álcool.“Não é apenas a beleza do comercial, pois a mensagem que é repassada para os nossos neurotransmissores fazem com que tenhamos uma dependência; assim, ao pensarmos em bebida, vamos despertar uma memória afetiva de alegria e de momentos de descontração”, enfatizou Elaine.
Por isso, quando um indivíduo pensa em bebida, o cérebro recorda situações agradáveis, e isto faz com que ele associe festa a álcool. Todo este estímulo visual leva as pessoas a beberem e consumirem cada vez mais.
O álcool é visto e aceito pela sociedade como algo natural e normal, mas que traz malefícios para aqueles que bebem com frequência. São muitos os fatores que ajudam os jovens a desenvolver este vício, desde o ambiente familiar até a influência gerada pelas mídias em torno do consumo do álcool.
Fonte: Canção Nova
Site (página do Destrave): http://destrave.cancaonova.com/estimulos-levam-o-jovem-a-experimentar-o-alcool-2/
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

"Vós, portanto, sereis perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celeste" (Mt 5,48).
Nosso caminho é a santidade. Fomos criados à imagem de Deus. Precisamos ter a “cara” do Pai. Essa é a obra do Espírito Santo em nós. Se você guardar um frasco de perfume vazio e, depois de algum tempo, abri-lo, sentirá ainda a fragrância, pois o frasco ficou impregnado com o aroma.
É por isso que o Senhor nos encheu com o Espírito Santo, para nos impregnar da santidade de Deus. Não é a nossa santidade, nem a nossa perfeição, mas a do Senhor. Ele tem o direito de nos impregnar da Sua santidade e perfeição. É preciso dar a Deus o direito de ser Deus em nós.
Deus Pai tem o direito de nos transformar à Sua imagem. Ele nos deu o Espírito Santo para colocar em nós a Sua santidade. Por isso é preciso sermos “renovados pela transformação espiritual de nossa inteligência” e renunciarmos ao conceito errado de que não merecemos ser santos; que não somos dignos, que isso não é para nós, que não somos capazes. Precisamos cumprir Sua ordem: “Sede santos, pois eu sou santo.”
"Ou Santos ou nada!"
Isso parece algo impossível, mas, ao contrário, no momento em que você permite, a graça acontece. No mundo espiritual é fácil ser santo. Tão fácil quanto conceber um filho. É deixar Deus, pelo Seu Espírito, injetar em nós Sua santidade. Ou renovamos, sem cessar, os sentimentos da nossa alma e assumimos: “Quero ser santo”, como quem rema contra a correnteza deste mundo corrompido, lutando cada dia para alcançar a santidade, ou somos levados pela enxurrada desse rio sujo e poluído. Para isso precisamos viver o “ou santos ou nada”.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)
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Nosso caminho é a santidade. Fomos criados à imagem de Deus. Precisamos ter a “cara” do Pai. Essa é a obra do Espírito Santo em nós. Se você guardar um frasco de perfume vazio e, depois de algum tempo, abri-lo, sentirá ainda a fragrância, pois o frasco ficou impregnado com o aroma.
É por isso que o Senhor nos encheu com o Espírito Santo, para nos impregnar da santidade de Deus. Não é a nossa santidade, nem a nossa perfeição, mas a do Senhor. Ele tem o direito de nos impregnar da Sua santidade e perfeição. É preciso dar a Deus o direito de ser Deus em nós.
Deus Pai tem o direito de nos transformar à Sua imagem. Ele nos deu o Espírito Santo para colocar em nós a Sua santidade. Por isso é preciso sermos “renovados pela transformação espiritual de nossa inteligência” e renunciarmos ao conceito errado de que não merecemos ser santos; que não somos dignos, que isso não é para nós, que não somos capazes. Precisamos cumprir Sua ordem: “Sede santos, pois eu sou santo.”
"Ou Santos ou nada!"
Isso parece algo impossível, mas, ao contrário, no momento em que você permite, a graça acontece. No mundo espiritual é fácil ser santo. Tão fácil quanto conceber um filho. É deixar Deus, pelo Seu Espírito, injetar em nós Sua santidade. Ou renovamos, sem cessar, os sentimentos da nossa alma e assumimos: “Quero ser santo”, como quem rema contra a correnteza deste mundo corrompido, lutando cada dia para alcançar a santidade, ou somos levados pela enxurrada desse rio sujo e poluído. Para isso precisamos viver o “ou santos ou nada”.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Eu e minha casa serviremos ao Senhor" de monsenhor Jonas Abib)
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Fonte (Acessem): Canção Nova,

Profeta não é aquele que adivinha o futuro, mas aquele por meio de quem Deus fala. Somos os meios que Deus usa para falar. Exatamente por causa disso, aqueles que não aceitaram Jesus e o Evangelho acabam nos agredindo. Na verdade, eles investem contra Aquele que fala e faz em nós. Mas somos nós que acabamos sendo atingidos.
Deus nos usa como luz. Por isso incomodamos os que não são d'Ele. E por os incomodarmos, eles vêm contra nós. Somos motivo de questionamento para as pessoas que não se importam com Deus.
Uma pessoa muito próxima a mim contava que aqueles que viviam em sua casa lhe diziam: “Você é como nossa ‘consciência’, vive nos acusando. Sua presença, seu jeito, suas palavras nos acusam”. Essa pessoa não fazia nada disso, mas os outros se sentiam acusados e agredidos só porque ela lutava para ser de Deus e testemunhar isso com a vida.
Portanto, não se iluda! Se somos de Deus, se vivamos de modo cristão, acabamos por incomodar. E é esse incômodo que pode salvar. Na verdade, não somos nós que incomodamos, é o Evangelho que vivemos, a luz de Deus que está em nós.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Combatentes na provação" de monsenhor Jonas Abib)
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Deus nos usa como luz. Por isso incomodamos os que não são d'Ele. E por os incomodarmos, eles vêm contra nós. Somos motivo de questionamento para as pessoas que não se importam com Deus.
Uma pessoa muito próxima a mim contava que aqueles que viviam em sua casa lhe diziam: “Você é como nossa ‘consciência’, vive nos acusando. Sua presença, seu jeito, suas palavras nos acusam”. Essa pessoa não fazia nada disso, mas os outros se sentiam acusados e agredidos só porque ela lutava para ser de Deus e testemunhar isso com a vida.
Portanto, não se iluda! Se somos de Deus, se vivamos de modo cristão, acabamos por incomodar. E é esse incômodo que pode salvar. Na verdade, não somos nós que incomodamos, é o Evangelho que vivemos, a luz de Deus que está em nós.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
(Trecho do livro "Combatentes na provação" de monsenhor Jonas Abib)
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Fonte (Acessem): Canção Nova,
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Testemunhar as maravilhas de Deus

Léo - Jovens Sarados
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com
É uma alegria enorme estar com vocês no Acampamento Jovens Sarados para partilhar a Palavra de Deus. Quando eu rezava, o Senhor colocou em meu coração a passagem bíblica que está no livro dos Atos dos Apóstolos, capítulo 3 e seguintes. Diz a Palavra que Pedro e João encontraram um coxo que estava pedindo esmola na porta do Templo. Pedro olhou para ele e disse: "Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou. Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda!".
Aquele homem teve a vida modificada, foi curado a partir do encontro com Pedro e João. O milagre gerou grande "confusão" entre os judeus; eles acabaram presos e foram “convidados” a se calar e não anunciar mais o Reino de Deus. Porém, Pedro e João não se calaram, obedeceram ao Senhor ao invés de obedecer aos homens. O mundo de hoje exige de nós jovens cristãos a ousadia de anunciar o Reino, mesmo diante de tanta porcaria que vemos por aí, principalmente nos meios de comunicação.
Irmãos, não faz muito tempo que os católicos têm acesso à Palavra de Deus. Muitos santos tiveram apenas contato com trechos da Palavra, mas nós temos toda a Palavra, por isso não podemos viver de modo diferente.
A humanidade espera a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8,19). Precisamos não apenas ignorar as coisas do mundo, mas testemunhar as maravilhas do Senhor em nossa vida, vivê-la no cotidiano. Precisamos dar provas do Jesus vivo para todas as pessoas, como Pedro e João testemunharam.
Testemunho que, na minha vida, muitas vezes vivi longe de Deus. Aprontei muito e não queria saber de nada da Igreja, apenas queria jogar bola e zoar. Minha mãe insistia para que eu fosse para a catequese, mas eu não queria nada. Assim, comecei, logo cedo, a bagunçar com a galera. No início era só uma cervejinha... Duas latinhas [de cerveja] e eu já estava alegre. Mas logo já não me bastavam apenas "algumas", porque eu precisava de um engradado. Desta forma, afundei-me nas baladas. Quando menos percebi, já estava em raves, a ponto de trabalhar como barman nestas festas. Não demorou muito, eu experimentei o ecstasy.
Em uma destas festas eu me droguei; fiquei louco a ponto de subir no palco da balada, perto do DJ. Fiquei lá, zoando com a galera. O segurança teve de me retirar daquele local. No meio da loucura, clamei pelo Sangue de Jesus. Neste momento, tive a graça de ter uma experiência com Cristo Crucificado; toda angústia que existia em mim foi embora e o Senhor me resgatou no meio da balada, Ele veio ao meu encontro.

"Você é um filho de Deus, por isso Ele quer restaurar a sua dignidade de filho."
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com
Fui tomado por um sentimento de paz. Naquele momento, ajoelhei e clamei aos céus por misericórdia; pedi ao Senhor para abençoar todos os meus familiares. Enfim, nos meus lábios só havia louvores a Deus. Nunca mais deixei Jesus. Da mesma forma que o Senhor foi ao encontro daquele homem na porta do Templo, Ele foi ao meu encontro em uma rave.
Meus irmãos, precisamos, como Pedro e João, anunciar a muitos que estão paralisados que Cristo está vivo.
Jesus está conosco todos os dias. Tome posse dessa verdade no dia de hoje; não tenha medo de ser de Deus, inteiro de d'Ele com todo o seu ser. Testemunhar como Pedro e João que Cristo é o Senhor de nossa vida.
Deus nos abençoe!
Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti
Meus irmãos, precisamos, como Pedro e João, anunciar a muitos que estão paralisados que Cristo está vivo.
Jesus está conosco todos os dias. Tome posse dessa verdade no dia de hoje; não tenha medo de ser de Deus, inteiro de d'Ele com todo o seu ser. Testemunhar como Pedro e João que Cristo é o Senhor de nossa vida.
Deus nos abençoe!
Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti
Fonte (Acessem): Canção Nova,
Jovens santos como os mártires
Meus filhos, meu coração está muito feliz, porque estou com vocês, Jovens Sarados. No início desta pregação, convido vocês a cantar esta canção junto com o Frei Gilson:
"Tua graça me basta, seu amor me sustenta... Eu seguirei, eu irei aonde fores Senhor. Eu seguirei, eu irei aonde fores Senhor. Tua graça me basta, seu amor me sustenta."
Quero começar esta pregação de forma diferente, por isso vou chamar alguns casais, que são filhos do meu coração: Diego e Lívia, Bruno e Bruna. Estes casais são namorados; o primeiro namora há mais de dois anos, e o segundo casal namora há quase dois anos. Eles vivem a castidade, e testemunham, com fé, a santidade no namoro. Cada um deles tem sua história de luta, de busca à vontade de Deus; eles testemunham que o amor é uma decisão por fazer o outro feliz, testemunham a busca da santidade.
Hoje, vou apresentar o testemunho de santidade dado por sete jovens e sua mãe. Abra a sua Bíblia no livro de 2Mc 6 e seguintes. Esta Palavra nos apresenta o relato de um rei que mandou seu emissário afim de que este impedisse o povo de Deus de adorar o Senhor; mandou profanar o templo, o altar e impediu toda a manifestação de fé do povo judeu. Aconteceu que sete jovens foram presos e torturados junto com a sua mãe. O rei queria que eles comecem carne de porco – alimento proibido pela lei judaica, contrariando a lei de Deus.
Um após o outro foi sendo torturado, martirizado brutalmente, mas não transgrediram as leis de Deus. O rei, então, mandou levá-los ao fogo, ordenou que cortassem todos os seus membros; tudo isso diante de sua mãe e irmãos.
Após torturarem o primeiro, levaram o segundo e arrancaram seu couro cabeludo. Então, perguntaram-lhe se queria comer a carne "impura"; ele, porém, respondeu prontamente que 'não' e morreu fiel ao Senhor. Depois desse, torturam o terceiro e arrancaram seus membros, mas ele afirmou que o Senhor os tinha dado e, por isso, novamente entregava tudo a Deus. Da mesma forma torturaram o quarto, o quinto e o sexto irmão. Enfim, todos manifestaram seu amor e fidelidade por Deus, morrendo corajosamente por amor ao Senhor.
A mãe, com fé, afirmava que o Criador do mundo iria restituir a vida dos seus filhos, pois ela acreditava na vida eterna, no amor de Deus e na força da fidelidade às Suas leis.
Por amor ao Senhor é possível segui-Lo diante de todos os desafios. Conheço muitas pessoas que tiveram uma experiência com Deus, mas logo desistiram d'Ele, porque não aceitaram viver de acordo com as Suas leis. Estes jovens caíram, pois se deixaram seduzir pela voz do mundo.
Os jovens narrados em Macabeus foram fiéis até o fim, pois se deixaram guiar pela força do Senhor. Assim, as seduções do rei foram incapazes de fazer com que os seis rompessem sua aliança com Deus. Eles foram fiéis aos princípios de vida, aos valores do Reino do Céu.
Você, jovem sarado, leva no peito um sinal de pobreza: um TAU. Este sinal deve ser a manifestação de uma decisão interior em ser fiel a Deus e a seus mandamentos.
Chegamos agora ao último dos irmãos, o caçula. O rei ordenou que a mãe convencesse seu filho a abandonar as leis de Deus, mas ela o incentivou a ser ainda mais fiel ao Senhor, a não desanimar neste momento de dor; mas a renovar seu amor, dando a vida pelo Pai.
Este filho falou ao rei que o Senhor todo poderoso estava com ele, por isso não temia morrer. O rei enfurecido tratou este jovem com mais crueldade ainda.
Meus filhos, o Senhor tem chamado a todos nós a sacrifícios; talvez não morramos como aqueles jovens, torturados; mas somos convidados a ser fiéis ao Senhor neste mundo, no qual muitos querem nos fazer desistir. É preciso ter coragem. No entanto, tudo isso só vale a pena se for por amor a Deus.
Como estes sete jovens, devemos morrer por amor, e isto acontece na fidelidade diária ao Senhor. Neste caminho de amor, certamente alcançaremos a vontade de Deus para nossa vida.
Então, Jovens Sarados, sejam santos, pois esta é a vontade de Deus para nós!
Coragem, o Senhor está levantando um exército de santos! Jovens Sarados, sejam santos, não temam a fidelidade ao Senhor!
Deus os abençoe!
Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti
Meus filhos, meu coração está muito feliz, porque estou com vocês, Jovens Sarados. No início desta pregação, convido vocês a cantar esta canção junto com o Frei Gilson:
"Tua graça me basta, seu amor me sustenta... Eu seguirei, eu irei aonde fores Senhor. Eu seguirei, eu irei aonde fores Senhor. Tua graça me basta, seu amor me sustenta."
Quero começar esta pregação de forma diferente, por isso vou chamar alguns casais, que são filhos do meu coração: Diego e Lívia, Bruno e Bruna. Estes casais são namorados; o primeiro namora há mais de dois anos, e o segundo casal namora há quase dois anos. Eles vivem a castidade, e testemunham, com fé, a santidade no namoro. Cada um deles tem sua história de luta, de busca à vontade de Deus; eles testemunham que o amor é uma decisão por fazer o outro feliz, testemunham a busca da santidade.

Casais de namorados testemunham a castidade
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com
Hoje, vou apresentar o testemunho de santidade dado por sete jovens e sua mãe. Abra a sua Bíblia no livro de 2Mc 6 e seguintes. Esta Palavra nos apresenta o relato de um rei que mandou seu emissário afim de que este impedisse o povo de Deus de adorar o Senhor; mandou profanar o templo, o altar e impediu toda a manifestação de fé do povo judeu. Aconteceu que sete jovens foram presos e torturados junto com a sua mãe. O rei queria que eles comecem carne de porco – alimento proibido pela lei judaica, contrariando a lei de Deus.
Um após o outro foi sendo torturado, martirizado brutalmente, mas não transgrediram as leis de Deus. O rei, então, mandou levá-los ao fogo, ordenou que cortassem todos os seus membros; tudo isso diante de sua mãe e irmãos.
Após torturarem o primeiro, levaram o segundo e arrancaram seu couro cabeludo. Então, perguntaram-lhe se queria comer a carne "impura"; ele, porém, respondeu prontamente que 'não' e morreu fiel ao Senhor. Depois desse, torturam o terceiro e arrancaram seus membros, mas ele afirmou que o Senhor os tinha dado e, por isso, novamente entregava tudo a Deus. Da mesma forma torturaram o quarto, o quinto e o sexto irmão. Enfim, todos manifestaram seu amor e fidelidade por Deus, morrendo corajosamente por amor ao Senhor.
A mãe, com fé, afirmava que o Criador do mundo iria restituir a vida dos seus filhos, pois ela acreditava na vida eterna, no amor de Deus e na força da fidelidade às Suas leis.
Por amor ao Senhor é possível segui-Lo diante de todos os desafios. Conheço muitas pessoas que tiveram uma experiência com Deus, mas logo desistiram d'Ele, porque não aceitaram viver de acordo com as Suas leis. Estes jovens caíram, pois se deixaram seduzir pela voz do mundo.
Os jovens narrados em Macabeus foram fiéis até o fim, pois se deixaram guiar pela força do Senhor. Assim, as seduções do rei foram incapazes de fazer com que os seis rompessem sua aliança com Deus. Eles foram fiéis aos princípios de vida, aos valores do Reino do Céu.
Você, jovem sarado, leva no peito um sinal de pobreza: um TAU. Este sinal deve ser a manifestação de uma decisão interior em ser fiel a Deus e a seus mandamentos.

Padre Edimilson Lopes
Foto: Natalino Ueda/Cancaonova.com
Chegamos agora ao último dos irmãos, o caçula. O rei ordenou que a mãe convencesse seu filho a abandonar as leis de Deus, mas ela o incentivou a ser ainda mais fiel ao Senhor, a não desanimar neste momento de dor; mas a renovar seu amor, dando a vida pelo Pai.
Este filho falou ao rei que o Senhor todo poderoso estava com ele, por isso não temia morrer. O rei enfurecido tratou este jovem com mais crueldade ainda.
Meus filhos, o Senhor tem chamado a todos nós a sacrifícios; talvez não morramos como aqueles jovens, torturados; mas somos convidados a ser fiéis ao Senhor neste mundo, no qual muitos querem nos fazer desistir. É preciso ter coragem. No entanto, tudo isso só vale a pena se for por amor a Deus.
Como estes sete jovens, devemos morrer por amor, e isto acontece na fidelidade diária ao Senhor. Neste caminho de amor, certamente alcançaremos a vontade de Deus para nossa vida.
Então, Jovens Sarados, sejam santos, pois esta é a vontade de Deus para nós!
Coragem, o Senhor está levantando um exército de santos! Jovens Sarados, sejam santos, não temam a fidelidade ao Senhor!
Deus os abençoe!
Transcrição e adaptação: Ricardo Gaiotti
Fonte (Acessem): Canção Nova,
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